
Vacinação contra a Covid-19 já é coisa do passado para a blumenauense. Liége Davis, 39 anos, é enfermeira hospitalar no estado do Arkansas, nos Estados Unidos, e recebeu a segunda e última dose do imunizante nesta terça-feira (12). Mesmo não atuando diretamente com pacientes de coronavírus — ela trabalha num programa para pacientes de AVC —, não titubeou quando teve a chance de vacinar-se.
A primeira dose foi aplicada em 22 de dezembro, oito dias depois do início da vacinação no país. Única reação: um pouco de dor no braço. Após a segunda dose, os efeitos colaterais foram mais perceptíveis. Na manhã de quarta (13), Liége acordou com calafrios, dor de cabeça e febre de 38,7 °C. Tomou antitérmicos e repousou durante quase todo o dia. Nesta quinta, quando conversamos por telefone, já estava recuperada.
— Prefiro um dia de sintomas do que muitos dias doente — comparou.
Morando nos Estados Unidos há 20 anos, a enfermeira nascida em Blumenau diz estar aliviada. Ela tem dois filhos, de 12 e 10 anos de idade, e sentia-se apreensiva com a rotina casa-hospital. O imunizante que recebeu é o da farmacêutica Pfizer.
A exemplo do que deve ocorrer em Santa Catarina a partir da próxima semana, a vacinação contra o coronavírus no Arkansas começou pelos profissionais de saúde. Agora, serão vacinados idosos residentes em instituições de longa permanência.
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