
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), respondeu com firmeza às reações negativas de setores da esquerda após a entrega de 350 fuzis israelenses à Polícia Civil. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que não hesitará em autorizar novos investimentos em armamento, caso as forças de segurança considerem necessário.
DECLARAÇÃO POLÊMICA NAS REDES SOCIAIS
Durante a gravação, Jorginho disse que não aceitará limitar recursos para a segurança: “Se a polícia me pedir um tanque de guerra, eu vou autorizar”, afirmou. Segundo ele, críticas partem de quem não enfrenta a criminalidade diretamente. “Na hora do confronto, não sou eu e nem quem critica que vai trocar tiro com bandido. É o policial”, destacou.
OPOSIÇÃO QUESTIONA ORÇAMENTO E PRIORIDADES
Perfis ligados à esquerda classificaram a aquisição como “política de extermínio” e relacionaram a compra de armas a conflitos internacionais. A oposição também questionou o uso do orçamento público em armamento estrangeiro, sugerindo que os recursos poderiam ser direcionados a outras áreas prioritárias.
SEGURANÇA COMO PRIORIDADE DO GOVERNO
Jorginho reforçou que a segurança pública segue como pilar central de sua gestão. “Enquanto o crime no nosso país for organizado e equipado, nós não podemos deixar a nossa polícia com qualquer arma. Vai ter investimentos, vai ter armamento pesado”, disse o governador, acrescentando que Santa Catarina continuará sendo o Estado mais seguro do Brasil.
ARMAMENTO IMPORTADO DE ISRAEL
Os fuzis adquiridos são modelos Arad 5 (calibre 5.56) e Arad 7 (calibre 7.62), produzidos por uma empresa israelense reconhecida internacionalmente. A iniciativa reforça o arsenal da Polícia Civil e integra o plano do governo de manter o Estado na liderança nacional em índices de segurança pública.






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