
Um macaco-prego mantido em um apartamento de um edifício em Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina, foi resgatado após uma operação que revelou indícios de irregularidades na documentação apresentada pelos responsáveis. O animal estava em uma sacada com risco de queda e foi retirado em segurança por equipes especializadas.
Durante a ocorrência, os agentes recolheram os documentos do primata para análise técnica. Após a verificação, foi constatado que o certificado de origem apresentado possuía indícios de falsificação, informação posteriormente confirmada pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Animal foi apreendido e passa por reabilitação
Dias após o primeiro atendimento, as equipes localizaram novamente os responsáveis em outro endereço e realizaram a apreensão definitiva do macaco-prego.
O animal está recebendo acompanhamento especializado em um processo de reabilitação. Se reunir condições para sobreviver em seu habitat natural, poderá ser devolvido à natureza. Caso isso não seja possível, será encaminhado para um santuário ou zoológico habilitado, onde viverá com outros indivíduos da mesma espécie.
Responsáveis podem responder criminalmente
Além das medidas administrativas, os responsáveis deverão responder por possíveis crimes previstos na legislação ambiental brasileira. As autoridades também investigam a falsificação da documentação apresentada durante a fiscalização.
O Grupo de Operações e Resgate reforçou que a posse, comercialização ou manutenção de animais silvestres exige autorização e documentação emitidas pelos órgãos competentes. A recomendação é que qualquer aquisição de fauna silvestre seja previamente verificada junto às autoridades ambientais para evitar crimes e prejuízos aos animais.





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