
A Prefeitura de Balneário Camboriú exonerou, nesta quarta-feira (3), um servidor efetivo após constatar que ele apresentou um atestado médico falsificado para justificar ausência. A investigação foi conduzida pela Secretaria de Gestão de Pessoas, que confirmou a fraude. O funcionário atuava no município desde 2013.
OUTROS PROCESSOS SEGUEM EM ANDAMENTO
Segundo o secretário de Gestão de Pessoas, Ary Souza, esse é apenas um dos casos que estão sob análise. As primeiras verificações encontraram indícios que resultaram na abertura de novos procedimentos administrativos.
“O trabalho continua para esclarecer completamente os fatos e responsabilizar quem estiver envolvido, conforme prevê a lei”, afirmou o secretário.
OPERAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL REFORÇOU SUSPEITAS
Em julho, a Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão no Hospital Regional Ruth Cardoso, investigando a emissão irregular de atestados. A operação ocorreu após a própria Secretaria de Gestão de Pessoas identificar inconsistências nos documentos apresentados por servidores.
Uma servidora envolvida no esquema já havia sido demitida, e novas apurações continuam em andamento.
IMPACTO MILIONÁRIO AOS COFRES PÚBLICOS
Dados do município mostram que, em 2024, foram registrados cerca de 1.780 atestados por mês, gerando despesas superiores a R$ 19 milhões. Em 2025, após a adoção de novos mecanismos de controle, a média mensal caiu, mas a administração alerta que o volume de atestados e de possíveis irregularidades ainda é preocupante.
MUNICÍPIO PROMETE RIGOR PARA COIBIR FRAUDES
A prefeitura reforça que o atestado médico é um direito garantido aos servidores, mas ressalta que continuará agindo com rigor para impedir fraudes e proteger o dinheiro público. A gestão afirma que novas medidas de fiscalização serão implementadas ao longo do ano.






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