
O governo de Santa Catarina anunciou a aquisição de 350 fuzis para a Polícia Civil, em um investimento superior a R$ 4,2 milhões. Do total, 300 são do modelo Arad 5, calibre 5.56, e outros 50 do Arad 7, calibre 7.62, ambos de fabricação israelense. A medida foi celebrada pelo delegado-geral Ulisses Gabriel, que destacou o reforço no combate à criminalidade no Estado.
REAÇÕES DA ESQUERDA
O anúncio gerou forte repercussão nas redes sociais, principalmente entre militantes e perfis ligados à esquerda. Para esses grupos, a iniciativa simboliza uma política de violência e repressão. Comentários críticos apontaram que a compra fortalece a militarização e representa risco para populações vulneráveis.
CRÍTICAS À ORIGEM DOS ARMAMENTOS
Além do questionamento sobre o uso dos fuzis em território catarinense, houve também críticas sobre a origem do armamento. Ativistas relacionaram a fabricante israelense a conflitos no Oriente Médio e acusaram o governo de Santa Catarina de “financiar genocídio” ao adquirir o material bélico.
GOVERNO DEFENDE POSICIONAMENTO
Apesar da onda de críticas, o governo estadual reforçou que a compra é um avanço para a segurança pública. Em tom firme, o delegado-geral da Polícia Civil afirmou que a corporação estará preparada para enfrentar o crime organizado e manter a ordem em Santa Catarina.






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