
Uma nova polêmica movimenta os bastidores políticos de Camboriú. O prefeito Leonel Pavan (PSD) procurou a Polícia Civil para registrar uma ocorrência contra a professora Flávia de Souza Fernandes, que já disputou vaga na Câmara Municipal pelo PT. O caso envolve acusações de tentativa de extorsão, divulgação de informações sigilosas e também denúncias pessoais graves.
PREFEITO APONTA PRESSÃO E POSSÍVEL EXPOSIÇÃO DE DADOS SIGILOSOS
No registro policial, o prefeito afirma que a professora estaria tentando pressioná-lo utilizando informações de um processo que corre sob segredo de justiça. Segundo ele, conteúdos teriam sido enviados a parlamentares e à imprensa, com possibilidade de divulgação pública nos próximos dias.
Pavan entende que a situação configura tentativa de dano à sua imagem, além de possíveis infrações legais como ameaça e descumprimento de ordem judicial.
DISPUTA JUDICIAL ENVOLVE INDENIZAÇÃO E PROPOSTA DE ACORDO
A controvérsia também se estende ao campo judicial. Há uma ação em que a professora solicita indenização por danos morais. Conforme o relato do prefeito, houve uma tentativa de acordo extrajudicial com valor inferior ao pedido inicial, que não foi aceita.
Ainda de acordo com Pavan, investigações anteriores relacionadas ao caso não avançaram, o que, na visão dele, enfraqueceria as acusações.
PROFESSORA CONTESTA E DIZ QUE IRÁ APRESENTAR SUA VERSÃO
Do outro lado, Flávia afirma que prepara uma coletiva de imprensa para esclarecer os fatos. Ela sustenta que os processos têm origem em uma situação que classificou como grave e diz já ter formalizado denúncias em diferentes instâncias.
A professora também relata que documentos ligados ao caso teriam circulado de forma irregular em grupos de mensagens, o que aumentou a repercussão.
PERFIL DA PROFESSORA GANHA DESTAQUE NO CASO
Além da atuação política, Flávia possui carreira acadêmica e profissional na área da saúde. Ela é vinculada ao Instituto Federal Catarinense, onde atua como docente, e tem formação avançada na área.
INVESTIGAÇÃO PODE AMPLIAR REPERCUSSÃO DO CASO
A Polícia Civil deve avaliar o conteúdo apresentado no boletim de ocorrência e decidir os próximos passos. Paralelamente, os processos judiciais seguem em andamento, sem decisão definitiva até o momento.
O caso segue em aberto e pode trazer novos desdobramentos nos próximos dias, especialmente após a coletiva anunciada.
Com informações Jornal Razão






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