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Após exumação, peritos não encontram quebras nos ossos do cão orelha

Análise técnica não encontrou fraturas ósseas, mas especialistas alertam que ausência de lesões não descarta trauma violento

26 de fevereiro de 2026
em Notícias
Tempo de leitura: 3 mins para ler
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Após exumação, peritos não encontram quebras nos ossos do cão orelha
Foto: Divulgação

A investigação sobre a morte do cão comunitário conhecido como Orelha ganhou um novo capítulo após a divulgação do laudo elaborado pela Polícia Científica. O exame, realizado depois da exumação do animal, não identificou fraturas ou marcas ósseas que comprovem agressão direta, mas também não conseguiu determinar com precisão a causa da morte.

Segundo os peritos, todos os ossos foram analisados detalhadamente e não apresentaram sinais de ruptura ou lesões típicas de violência física. Ainda assim, o documento ressalta que esse resultado, por si só, não elimina a possibilidade de um impacto contundente.


AUSÊNCIA DE FRATURAS NÃO ELIMINA HIPÓTESE DE AGRESSÃO

O laudo enfatiza que, conforme literatura veterinária especializada, muitos traumas cranianos graves em animais não deixam fraturas visíveis, mesmo quando são suficientes para causar a morte.
Dessa forma, os técnicos consideram plausível que o cão tenha sofrido um golpe na cabeça e apresentado piora clínica gradual nas horas seguintes.

Essa observação mantém em aberto a linha investigativa já apontada anteriormente pela Polícia Civil de Santa Catarina, que trabalha com a hipótese de impacto causado por chute ou objeto rígido.


CONDIÇÕES DO CORPO DIFICULTARAM CONCLUSÕES

A exumação ocorreu em 11 de fevereiro, mais de um mês após o sepultamento. Quando os especialistas tiveram acesso ao corpo, ele já estava em estágio avançado de decomposição, com esqueletização significativa.

Esse cenário inviabilizou a análise de tecidos moles — como cérebro e órgãos internos — fundamentais para identificar hemorragias, inflamações ou outras alterações capazes de esclarecer o que ocorreu.

Os peritos também descartaram uma das suspeitas que circularam durante o caso: a de que um prego teria sido cravado na cabeça do animal, já que esse tipo de ação deixaria marcas ósseas características inexistentes nos exames.


EXUMAÇÃO FOI SOLICITADA PARA APROFUNDAR INVESTIGAÇÃO

A reabertura da análise pericial atendeu a um pedido do Ministério Público de Santa Catarina, que requisitou novas diligências para esclarecer completamente o episódio.

Antes disso, a investigação policial já havia concluído o inquérito apontando a participação de um adolescente no caso. Ao longo das apurações, oito jovens chegaram a ser investigados.


RELEMBRE O CASO

Orelha foi encontrado agonizando em 5 de janeiro, na Praia Brava, em Florianópolis. Moradores prestaram socorro e o levaram para atendimento veterinário emergencial, mas o animal não resistiu aos ferimentos.

Relatos iniciais indicavam lesões severas na região da cabeça e em um dos olhos, além de sinais de desidratação intensa.


CASO SEGUE CERCADO DE INCERTEZAS

Mesmo após a nova perícia, o laudo é conclusivo apenas em um ponto: não há elementos materiais suficientes para definir a causa da morte.
Ao mesmo tempo, também não é possível excluir totalmente a ocorrência de violência.

A investigação permanece marcada por lacunas técnicas, mostrando como o tempo decorrido entre a morte e a exumação pode comprometer respostas definitivas — e manter o caso aberto a diferentes interpretações.

Tags: CãoCão OrelhaExumação
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